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Mostrando postagens de Outubro, 2017

"Eu seria o melhor prefeito de Redenção" garante autor da primeira assinatura

Quando utilizou uma caneta para assinar o nome na primeira linha de um dos mais importantes documentos da história de Redenção, o empresário, contador e político, Mariosval Dueti Rezende Silva, talvez nem tivesse a intenção de um dia pleitear o cargo de prefeito de Redenção.   Mas além de ser o autor da primeira assinatura no Abaixo-assinado que foi fundamental para que Redenção fosse emancipada em 13 de maio de 1982, vale ressaltar que Dueti, foi quem redigiu o documento que fora assinado por Luiz Vargas e ele mesmo saiu às ruas para coletar assinaturas dos moradores. Posteriormente ele entrou para a história do município como vereador, e alguns anos depois como prefeito eleito do município filho de Redenção, Pau D’Arco. Na ultima eleição Mariosval disputou a prefeitura de Redenção. Em seu discurso ele garantia que seria o melhor prefeito da história do município. Ele baseava seu discurso na administração positiva que fizera no município vizinho, Pau D’Araco, principalmente na área da …

Comissão de Redenção entrega Abaixo-assinado na ALEPA, Barbosinha vai junto

Quem foi Otávio Batista Arantes?

Otávio Batista Arantes morava no Estado de Goiás e sua esposa, Almerinda Magalhães Arantes, foi uma notável política naquele estado. Ela foi eleita, por três mandatos, deputada estadual e ocupou cargos importes a nível estadual. O motivo dele ter sido homenageado em Redenção com o nome de uma escola e uma importante avenida, é que ele foi pai da segunda primeira dama de Redenção, senhora Terezinha Vargas Dumont e naturalmente sogro do segundo prefeito de Redenção, Luiz Vargas Dumont. O casal Vargas está entre as primeiras pessoas que vieram para a região. Luiz e Terezinha são os principais fundadores do município de Redenção e lutaram muito para que o município fosse emancipado. Eleito para comandar o município entre 1989 a 1992, Luiz Vargas Construiu uma escola no Setor Aripuanã e a denominou de Escola Municipal Otávio Batista Arantes para homenagear seu sogro. Como comandou o loteamento Núcleo Urbano no final da década de 60 ele também denominou a mais importante avenida na época de…

“Fui embora de Redenção porque fui perseguido e temia pela minha vida” Revela professor

Em entrevista exclusiva ao JL & Você o professor, José Alves Lordeiro, autor da letra e da melodia do Hino Oficial de Redenção, fez várias revelações inéditas sobre sua passagem pelo município. Ele está morando atualmente em Macapá capital do Amapá e, aos 67 anos, alimenta o sonho de voltar a morar em Redenção. Ele também falou como criou a letra e a melodia do hino do município redencense.
JL & VC: Como foi o processo para o senhor compor o hino de Redenção?
José Lordeiro: Em 1983 foi lançado um concurso para escolher o Hino de Redenção. Foram apresentadas 06 composições e a de Minha autoria acabou sendo a escolhida.
JL & VC: O que o inspirou na composição da letra e da melodia?
José Lordeiro: Como inspiração levei em conta: a população da época, era predominantemente de outros Estados, os neo bandeirantes, as riquezas eram a madeira- hulha verde, o ouro - nobre metal; a força do comércio fundindo-se à indústria; por fim a segurança do futuro representada pelos jovens estudan…

Quem foi o autor da letra e da melodia do Hino Oficial de Redenção?

O HINO OFICIAL DE REDENÇÃO foi escolhido em um concurso público, realizado no dia 06 de maio de 1983, na Escola Estadual de Ensino Médio, Engenheiro Palma Muniz. O evento contou com a presença de importantes personalidades. A Secretária Municipal de Educação da época, Elenice Hernandez Franco, foi a coordenadora dos trabalhos. A Mesa de Jurados era formada pelo então prefeito Arcelide Veronese, professora Mary Aparecida Bueno Prestes, o empresário Antônio Luiz Testa, o cantor Valmireno Alves Barreiras, o senhor João Batista Alves Martins e o senhor Jurandir    Ferreira Azara. Foram selecionados três hinos para serem escolhidos pelos jurados. Recebeu a maior pontuação a letra e a melodia do professor José Alves Lordeiro. Com a criação da Escola de Música do Município, através do Decreto de n. 4931 de 21 de outubro de 1994, assinado pelo então prefeito, Wagner Fontes, assumiu a direção da supracitada escola o professor de música Onésimo Lopes que de imediato se interessou pela escrita do…

Ela nasceu sem os braços e sem as pernas. Sua mãe pensou em abandoná-la

Quando minha filha nasceu foi um dia horrível. Cheguei a pensar em abandoná-la devido à forma como ela nasceu: sem as pernas e sem os braços. Antes que eu a visse as pessoas da maternidade corriam para a enfermaria para vê-la. A gravidez tinha sido normal, então eu estranhei aquele tanto de gente querendo ver. Eu pensei que ela tivesse morrido e ninguém queria me dizer. De repente a trouxeram toda enroladinha em um pano só com o rosto de fora, então eu a peguei e observei que os outros recém-nascidos estavam só de fraldas e apenas a minha pequena estava toda enrolada. Comecei a desenrolar e quando eu vi o susto foi tão grande que eu a joguei na cama. A sorte é que tinha uma senhora do lado e não a deixou cair no chão. Maria Isabel nasceu sem os membros. O braço direito mede alguns centímetros, mas sem a mão, e o esquerdo é menor ainda. As pernas da mesma forma. Eu a conheci recentemente e me interessei pela sua história. Fui lá entrevista-la. Ela consegue superar a deficiência. Durant…

Em apenas dez minutos deputados realizam três sessões na ALEPA e aprovam três municípios

Em três sessões extraordinárias relâmpagos que duraram apenas dez minutos a Assembleia Legislativa do Estado do Pará aprovou a criação dos municípios de Redenção, Rio Maria e Xinguara. Era 11 de maio de 1982. O autor dos projetos era o deputado Plinio Pinheiro Neto e quem presidia a Assembleia era o deputado Célio Sampaio. Dois dias depois o governador, Coronel Alacid Núnes, sanciona a Lei 5.028 e manda publicar no Diário Oficial. Estavam criados então de lei e de fato os três municípios do extremo sul do Pará. (João Lúcio, Nossa História, Nossa Cidadania)

Rio Maria e Xinguara eram para serem Distritos de Redenção

O Projeto de Lei que criava o município de Redenção, de autoria do então Deputado Estadual Plínio Pinheiro Neto, colocava Rio Maria e Xinguara como Distritos de Redenção. À época, o então governador Alacid Nunes, chamou o deputado em seu gabinete e pediu para modificar o projeto, transformando Rio Maria e Xinguara também em municípios emancipados. A justificativa do governador era de que recebera abaixo-assinado das duas vilas pedindo a emancipação.  Plinio, que era vice-líder do governo na Câmara, concordou e é por isso que os três municípios foram criados no mesmo dia, 13 de maio de 1982.   (João Lúcio Nossa História, Nossa Cidadania)